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| @@ -379,19 +379,23 @@ aceitação de mais modelos livres de licença no Portal do SPB. | @@ -379,19 +379,23 @@ aceitação de mais modelos livres de licença no Portal do SPB. | ||
| 379 | ## Revisão de Escopo do Projeto | 379 | ## Revisão de Escopo do Projeto |
| 380 | 380 | ||
| 381 | Conforme estabelecido no plano de trabalho e evidenciado nas atividades práticas | 381 | Conforme estabelecido no plano de trabalho e evidenciado nas atividades práticas |
| 382 | -da produção, neste projeto são utilizados métodos ágeis tanto âmbito da gestão | ||
| 383 | -quanto do desenvolvimento. Como preceito dos métodos ágeis, o escopo deve | ||
| 384 | -comportar de forma variável em função das necessidades do negócio. Essa | ||
| 385 | -nuance difere os métodos ágeis dos métodos ditos tradicionais de gerenciamento, | ||
| 386 | -onde normalmente o escopo é prescrito de forma detalhada e o foco da gestão, por | ||
| 387 | -exemplo, é garantir que haja o mínino de desvios do plano definido nas fases | ||
| 388 | -iniciais. Essa característica traz uma dinâmica diferente na produção onde o | ||
| 389 | -usuário passa a ter um papel central na priorização das necessidades em função | ||
| 390 | -do valor observável por ele para o negócio. | 382 | +da produção, neste projeto são utilizados métodos ágeis e tradicionais no âmbito |
| 383 | +da gestão e métodos ágeis no desenvolvimento. Como preceito dos métodos ágeis, | ||
| 384 | +o escopo deve se comportar de forma variável em função das necessidades e mudanças | ||
| 385 | +do negócio. Essa nuance difere os métodos ágeis dos métodos ditos tradicionais | ||
| 386 | +de gerenciamento, onde normalmente o escopo é prescrito de forma detalhada e o | ||
| 387 | +foco da gestão, por exemplo, é garantir que haja o mínino de desvios do plano | ||
| 388 | +definido nas fases iniciais do projeto. | ||
| 389 | + | ||
| 390 | +Tais características trazem uma dinâmica diferente na produção onde o usuário | ||
| 391 | +passa a ter um papel central na priorização das necessidades em função do valor | ||
| 392 | +observável por ele para o negócio. | ||
| 393 | + | ||
| 391 | Durante as releases 1, 2 e 3, ocorreu, como esperado, a variação do escopo de | 394 | Durante as releases 1, 2 e 3, ocorreu, como esperado, a variação do escopo de |
| 392 | acordo com as prioridades estabelecidas pela equipe da DGSI/MP, bem como nos | 395 | acordo com as prioridades estabelecidas pela equipe da DGSI/MP, bem como nos |
| 393 | níveis estratégicos do projeto, fazendo com que fossem incluídos no escopo novas | 396 | níveis estratégicos do projeto, fazendo com que fossem incluídos no escopo novas |
| 394 | -necessidades não mapeadas anteriormente. | 397 | +necessidades não mapeadas inicalmente. |
| 398 | + | ||
| 395 | Contudo, trata-se de uma situação de comum aprendizado entre as equipes da UnB e | 399 | Contudo, trata-se de uma situação de comum aprendizado entre as equipes da UnB e |
| 396 | do MP, uma vez que: i) os normativos que celebram a parceria entre as partes são | 400 | do MP, uma vez que: i) os normativos que celebram a parceria entre as partes são |
| 397 | fundamentalmente estruturados em metodologias tradicionais; ii) a cultura | 401 | fundamentalmente estruturados em metodologias tradicionais; ii) a cultura |
| @@ -399,6 +403,7 @@ organizacional da SLTI/MP também é arraigada em valores oriundos de metodologi | @@ -399,6 +403,7 @@ organizacional da SLTI/MP também é arraigada em valores oriundos de metodologi | ||
| 399 | tradicionais; iii) a cultura organizacional do LAPPIS/UnB é baseada em valores dos | 403 | tradicionais; iii) a cultura organizacional do LAPPIS/UnB é baseada em valores dos |
| 400 | métodos ágeis e desenvolvimento das comunidades de software-livre e iv) no início | 404 | métodos ágeis e desenvolvimento das comunidades de software-livre e iv) no início |
| 401 | desta release houve uma completa reestruturação no níves estratégico da DGSI/MP. | 405 | desta release houve uma completa reestruturação no níves estratégico da DGSI/MP. |
| 406 | + | ||
| 402 | Nesse sentido: i) considerando as variações de escopo ocorridas nas releases | 407 | Nesse sentido: i) considerando as variações de escopo ocorridas nas releases |
| 403 | anteriores; ii) dos desbobramentos administrativos relacionados à prestação de | 408 | anteriores; ii) dos desbobramentos administrativos relacionados à prestação de |
| 404 | contas; iii) da necessidade de capturar os direcionamentos da nova composição | 409 | contas; iii) da necessidade de capturar os direcionamentos da nova composição |
| @@ -406,14 +411,28 @@ no nível estratégico da DGSI/MP; e das mudanças ocorridas na equipe da UnB, | @@ -406,14 +411,28 @@ no nível estratégico da DGSI/MP; e das mudanças ocorridas na equipe da UnB, | ||
| 406 | relatadas nos relatórios das releases passadas, fez-se necessário uma discussão | 411 | relatadas nos relatórios das releases passadas, fez-se necessário uma discussão |
| 407 | para acomodação e realinhamento do escopo (variável) considerando as três últimas | 412 | para acomodação e realinhamento do escopo (variável) considerando as três últimas |
| 408 | releases planejadas para o projeto. | 413 | releases planejadas para o projeto. |
| 414 | + | ||
| 409 | Com isso, no dia 3/9/2015, na quarta reunião estratégica desta release houve o | 415 | Com isso, no dia 3/9/2015, na quarta reunião estratégica desta release houve o |
| 410 | alinhamento no nível estratégico sobre a variação do escopo, ocorrida na DGSI/MP. | 416 | alinhamento no nível estratégico sobre a variação do escopo, ocorrida na DGSI/MP. |
| 411 | Já no dia 8/9/2015, houve outra reunião decorrente dessa estratégica, realizada | 417 | Já no dia 8/9/2015, houve outra reunião decorrente dessa estratégica, realizada |
| 412 | -no LAPPIS/UnB, onde foi discutido os desdobramentos da revisão nos níveis tático | ||
| 413 | -e operacional. | 418 | +no LAPPIS/UnB, onde foi discutido e acordado entre as partes os desdobramentos |
| 419 | +da revisão nos níveis tático e operacional. | ||
| 420 | + | ||
| 421 | +A seguir é possível observar o cronograma inicialmente proposto: | ||
| 422 | + | ||
| 423 | +'TO-DO - Inserir a figura do cronograma inicial' | ||
| 414 | 424 | ||
| 425 | +Consolidando os entendimentos entre as equipes segue o novo cronograma do projeto | ||
| 426 | +que passa a vigorar até que haja necessidade de novo alinhamento entre a estratégia | ||
| 427 | +do negócio e time de desenvolvimento. | ||
| 415 | 428 | ||
| 429 | +'TO-DO - Inserir a figura do novo cronograma' | ||
| 416 | 430 | ||
| 431 | +É importante ressaltar que a revisão do escopo não altera o objeto, a duração e | ||
| 432 | +orçamento do projeto. Nessa visão o tempo e orçamento são fixos, restanto a | ||
| 433 | +variação ao escopo, caracterizando-o assim como variável, porém definido. Além | ||
| 434 | +disso evidencia-se também a colaboração e confiança entre o cliente, DGSI/MP e | ||
| 435 | +time de desenvolvimento, LAPPIS/UnB, valores preescritos no manifesto ágil. | ||
| 417 | 436 | ||
| 418 | 437 | ||
| 419 | ## Benefícios alcançados | 438 | ## Benefícios alcançados |